O QUE AS TRAGÉDIAS NOS ENSINAM

13/06/2024 às 09h24

Acumulem para vocês tesouros nos céus, onde a traça e a ferrugem não destroem e onde os ladrões não arrombam nem furtam.” Mateus 6:20

Acontecimentos catastróficos, como os que testemunhamos com as enchentes no Rio Grande do Sul, são sempre motivo de muita tristeza, mas também de reflexão. O que podemos aprender com tragédias de tal magnitude?

Uma das lições é que nada neste mundo é garantido. Nossas posses, conquistadas ao longo de toda uma vida, com muito suor e dedicação, podem ser perdidas em um mísero instante. Temos que entender que tudo é transitório e não existe segurança total para a proteção de nossos bens materiais, quaisquer que sejam eles.

Outra lição é que, em um mundo cada vez mais egoísta, essa pode se tornar uma oportunidade de termos mais empatia pelo próximo, ajudando o semelhante de maneira mais firme e prática, atendendo suas necessidades. Podemos abrir nosso coração de uma forma mais enfática, colocando em ação os ensinamentos espirituais sobre amar o próximo.

Não podemos esquecer também que a natureza cobra seu preço, e todas as ações humanas tem sua contrapartida. As enchentes são o resultado da destruição da natureza, bem como da ocupação irresponsável e irregular das terras. O ser humano deve passar a ter respeito pela natureza, pois também é parte e depende dela, para sua sobrevivência.

Em situações catastróficas como essa, nos resta pensar como somos frágeis perante a vida. Porém, todo sofrimento pode ser mitigado se soubermos reagir de forma positiva, alterando nossos pensamentos e ações, de forma a compartilhar nossos dons e bens com o próximo.

A lição que fica é para priorizarmos a busca pela sabedoria e pelos tesouros espirituais, que não se perdem nem podem ser roubados, enquanto que os bens materiais podem ser perdidos instantaneamente, sem que possamos fazer nada a respeito.

Busquemos, pois, primeiramente os bens espirituais, que o resto nos será acrescentado, na medida de nossas necessidades, e muito além.

A SERVIÇO DA PAZ

28/02/2024 às 07h57

Sigamos, pois, as coisas que servem para a paz e para a edificação de uns para com os outros. Romanos 14:19

Em um mundo turbulento e violento, desejamos, mais do que nunca, a paz. Não a paz ensaiada em salas diplomáticas, ensejada por falsas falas e acordos hipócritas. Mas sim a paz verdadeira, dos humildes de coração, das pessoas simples e que estão sempre prontas a ajudar o próximo.

A paz, profunda e real, começa em casa, com o convívio respeitoso junto aos os familiares. O lar representa um pequeno microcosmo do mundo em que vivemos. Portanto, a paz que reina na casa, reflete na paz que reina nos círculos maiores, nas cidades e no mundo. Também podemos dizer que a paz mundial é o reflexo da maneira como nos comportamos e aceitamos as diferenças entre as pessoas que vivem em nosso bairro, na nossa cidade, no nosso país. Se soubermos viver em harmonia em grupos menores, também saberemos viver de maneira respeitosa e não violenta em grupos maiores.

Quando hostilizamos e agredimos pessoas próximas a nós, passamos a expandir a mesma violência aos que estão distantes de nós. Não há meio termo. Não existem fronteiras físicas que impeçam a violência, mas sim barreiras mentais e emocionais. Só conseguiremos barrar a violência gratuita a outras pessoas, povos e nações, quando nos conscientizarmos de que somos todos humanos, a serviço de estabelecermos um mundo de união e pertencimento, onde todos se ajudem e se respeitem mutuamente.

Estamos nessa vida a serviço da paz, da construção de um mundo melhor, onde não haja preconceitos e divisões. A vida é sobre estabelecer pontes entre os afastados de entendimento, ajudar os desvalidos, aproximar os inimigos, eliminar as guerras. Afinal, um aperto de mão vale mais do que um cenário de dor e sofrimento.

Não poupemos esforços para que se estabeleçam a paz e fraternidade no mundo!

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